domingo, 10 de novembro de 2013

Os criticos x os apaticos

A Gripe A chegou aqui na França. Ja tinha estado antes, por conta de alguns turistas e viajantes que estiveram nos lugares primeiramente infectados, mas como na época o verão estava chegando, ela não chegou a ficar assim, de mala e cuia. So que agora o inverno ta chegando, e a maldita veio de vez.
Eh engraçado ver como as coisas se desenrolam nos lugares. Como as reações das pessoas são diferentes, o modo de pensar, agir, levar as coisas... Quando essa gripe estourou no Brasil, foi um aue, acompanhei pela internet, pela tv brasileira (record), pelos relatos da familia, amigos... foi um caos, não foi? Era um povão nos hospitais, pessoas morrendo, todos correndo perigo. E a vacina que não tinha sido "inventada" ainda.
Bom, ai a gripe chega aqui na França, junto com a vacina, que em poucos meses foi desenvolvida e por isso chegou causando o maior aue também.
Mas nem de longe os "aues" são da mesma categoria: no Brasil foi a gritaria pelo socorro, pelo descaso, pelo despreparo, pelo susto, pela ignorancia e patetice geral. Aqui, foi pelo fato de que, franceses são muito criticos e exigem uma explicação melhor sobre tudo, principalmente sobre o que se tenta enfiar por suas goelas abaixo. Não, eles não deixam. Reclamam mesmo e tudo foi questionado: a vacina é segura? foi devidamente testada? havera consequencias futuras para a saude? por que o governo comprou tantas doses (me parece que a principio se pensava que seriam 2 doses por pessoa)? e se o governo pensou que seriam 2 doses por pessoa, no principio não haveria doses pra todos (do tipo: não sei se vou tomar, mas se eu quiser, vai ter vacina pra mim?) por que? por que? por que? Os franceses não devem nunca ter saido da fase do "por que", aquela que as crianças de certa idade tem... e apesar de terem ficado com fama de chatonildos, no fundo estão mais certos que os brasileiros, que pouco questionam e neste caso da vacina, se ela chegasse no tempo do estouro da epidemia no Brasil, todos iriam correndo tomar, principalmente se alguém dissesse na TV que era 100% segura (mesmo que no chute) e se mencionassem que seria de "graça" também.
Agora os animos estão mais calmos por aqui, depois de varias explicações terem sido dadas pelo governo, médicos e pesquisadores, muitos debates foram abertos na televisão e o povo começou a tomar uma decisão. Ainda hà muitas dùvidas, é dificil tomar uma posição, mas percebi nisso tudo que hà uma grande diferença entre franceses e brasileiros: os primeiros são mais criticos e os segundos, mais apaticos. Isso falando no geral, pq é lògico que tem brasileiro questionador e francês tanso também. Eu digo isso pelo que vejo, pela minha percepção das coisas e pelo que converso com as pessoas - brasileiros principalmente - que estão aqui ha mais tempo e compartilham da minha opinião.

PS: Eu ja recebi meu "bon de vaccinacion", mas a principio não quero tomar, prefiro ainda esperar e conversar com a medica que vem acompanhando minha gravidez dar a opinião dela em nossa proxima consulta, mas estou mais inclinada a não me vacinar mesmo.

OBS: Post escrito em 2009. O assunto jà é ultrapassado, mas... fiquei com vontade de publicar mesmo assim, de recordar aquele tempo.

Escolhas

Oi! Faz um tempinho que não escrevo, mas hoje gostaria de falar sobre umas coisas que estão acontecendo.
Eu e meu marido estamos morando aqui no Brasil desde 2006, quando voltamos de Londres, eu após uma temporada de 3 anos e ele, para começar uma vida nova aqui, depois de 13 anos na Europa.
Nestes 2 anos que cá estamos, a adaptação não tem sido fácil. Para mim, tudo bem, sei como é viver no Brasil, com todas as dificuldades - principalmente financeiras - mas adoro morar aqui, acho mais ensolarado, mais perto da família, mais feliz. Aqui me sinto em casa, mesmo. E isso não tem preço. Mas acontece que não estou mais sozinha - sorte minha, adoro estar casada - e preciso pensar nele também. Como é difícil para um estrangeiro começar a vida por aqui. Especialmente em Floripa, minha cidade, tão linda e ao mesmo tempo tão danada. Acho que o que dizem por aí, que esta é a cidade das bruxas, pode ser verdade mesmo. Ô terrinha! Mas reconheço que talvez tenha idealizado um pouco, talvez tenha criado espectativas demais para este primeiro momento, achado que planejando, tudo teria muita chance de dar certo. Planejar é sempre bom, claro, mas e o plano B? Esqueci que se as coisas não corressem exatamente como pensei, teria que ter este escape traçado. O fato é que na vida nem sempre é fácil prever todas as possibilidades. E acho também que se adaptar é alguma coisa inerente ao ser humano, assim como pensar e mudar de idéia... então se não tínhamos como alcançar a saída principal, não faz mal, a gente sempre acha um jeito, uma segunda porta, claro. Não há nada que não se ajeite, nada sem solução - as coisas mudam.
Desse modo, achamos que deveríamos voltar para a Europa por mais um tempo. Meu marido fará um curso na área dele, para se aperfeiçoar, trabalhar ganhando mais e eu vou junto. Vamos para a França, se tudo correr bem e vou aproveitar para aprender francês. Sinto em deixar minha vida aqui, minha família, o apartamento que montamos, minhas coisas novinhas, mas faz parte. Falei no post anterior sobre o peso de ter muitas coisas, mas me referia ao que fosse demais, além, desnecessário. As coisas que juntamos ao longo da vida são importantes, sim. Nossa casa, as coisas que fazem nossa vida melhor, mais fácil, mais aconchegante. Senão também viveríamos uma vida demasiadamente descartável, onde tudo pode ser trocado, jogado fora, subtituído. Não é bem assim... Mas, enfim, não posso levar minha geladeira nova, meu fogão nem a máquina de lavar, tudo novo. Vou pensar no que será melhor fazer.
Também tenho meu trabalho, na empresa da família, que não será fácil deixar por vários motivos: primeiro, porque é minha também, apesar de ter muitas responsabilidades, tenho também algumas regalias. Depois porque é pequena, não é fácil apenas colocar outra pessoa em meu lugar, não porque eu seja insubstituível, mas porque acarreta em vários outros pontos complicadinhos... Não será fácil!
E há o fato de que eu gosto de mudar. Hoje em dia estou bem mais calma, mas há algum tempo atrás eu era muito inquieta. A gente vai amadurecendo. Ficar, esperar, rotina, ter paciência, isso tudo faz parte do processo de construir alguma coisa, acredito. Enquanto sou jovem, tudo bem, vou e volto, recomeço, mas e depois? Tem o lado prático da vida que não se pode deixar de lado, temos que morar, comer, ir ao médico, nos vestir, etc... e para tudo isso precisamos de dinheiro, né? Não quero trabalhar aos 70 anos, coisa comum pra muita gente. Então tenho que pensar lá na frente também.
Ainda temos tempo, a hora é agora, então vamos tentar! A decisão foi tomada, a idéia está sendo digerida dia a dia, as consequências, bem, temos tentado prevê-las. Estou feliz e triste ao mesmo tempo, mas certa de que a vida é isso mesmo, feita de escolhas. Até!

OBS: Post originalmente escrito em 13/06/2008, antes da mudança para a França, lugar onde fui muito feliz!

Salada de frutas em tom pastel

Outro dia resolvi fazer uma salada de frutas. Sei que isso nem é assunto pra post, coisa mais sem graça de se falar, mas preciso dividir com vcs...
Eu tinha comprado umas laranjas, umas maçãs vermelho-rosa pink, que pareciam deliciosas, uma manga rosa-amarelada e um melão do tipo orange. Tudo muito lindo por fora!
Comecei picando o melão, depois a laranja, então descasquei a manga.... susto! Alguém aí já viu uma manga branca por dentro? Pois é, minha gente, isso existe! Achei que estava estragada, mas provei um pedaço e com algum custo senti um gosto de manga. Sim, estava ok. O gosto estava proporcional à cor. Lembrei até de uma gelatina de morango transparente que comi uma vez quando eu era pequena. Fiquei tão frustrada que cheguei a mandar uma carta pro fabricante para saber como eles tinham fabricado uma coisa daquelas, de morango e sem cor! Foi a mesma sensação com a manga pálida.
Em seguida, parti para a maçã... bom, vejam as fotos da minha salada de frutas em tom pastel:

Olha a manga branca aí, gente!




Maçãs de frente... e verso, o que foi que houve com elas??? Não estavam podres não, apenas meio, sei la, abatidas?


Salada de frutas em tom pastel. O colorido é reflexo do meu jogo americano, este sim, super tropical!


Saudade de uma salada de frutas de verdade...

Bisous e a bientôt!

OBS: Este post foi escrito em 2009/2010, não sei ao certo, mas eu ainda morava na França. Não publiquei não sei porque, na época... Mas publico agora, cheia de saudades daquele tempo... 

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Julie & Julia

Anteontem vi um filme que eu jà estava hà horas pra assistir: Julie and Julia.
Ele é baseado em 2 històrias verìdicas, a vida de Julia Child e de Julie Powell. A primeira é uma americana desengonçada que foi morar na França e virou chef e a segunda, uma americana mais bonitinha que era secretària e amava cozinhar. Embora nunca tenham se encontrado, suas vidas estavam ligadas por uma paixão: a cozinha!
O que eu admiro nas duas, além de saberem cozinhar, o que pra mim é uma arte, é a coragem! Coragem de seguir um sonho, de procurar uma realização, de acreditarem nelas mesmas. Elas enfrentaram obstàculos, Julia na França frequentando a escola "Le Cordon Bleu", em classes supostamente sò para "homens/profissionais"... ela não se intimidou, foi là e passou na frente deles, simplesmente porque gostava do que fazia e acreditava nela. Escreveu um livro que a principio recebeu muitos nãos de vàrias editoras até ser publicado e virar um sucesso. Dizem que ela mudou a història: ensinou aos americanos a arte de cozinhar. "The Mastering of French Cooking" é agora meu pedido de presente de Natal! Jami-iiii...
A Julie também não fica para tràs: aborrecida com seu trabalho, ela chegava em casa e tinha momentos de alegria cozinhando pratos deliciosos que o marido adorava. Gostava de escrever, e resolveu escrever um blog. O tema seria algo que gostasse de fazer, então decidiu que faria todas as receitas do livro de Julia, no periodo de um ano. Foi là e fez!
Tudo isso para mim é inspiração! Julie and Julia, virei fã de vcs!

sábado, 28 de agosto de 2010

Grand Pique-Nique et Concert de la Rentrée

Saint-Denis é um lugar legal! Muito mal falado, sim, mas é legal, sabe? È onde moro e apesar de sempre notar um ar assim meio preconceituoso proveniente dos outros quando eu digo que moro aqui, eu aprendi a gostar. Quando chegamos (ano passado), até um cão de guarda pensamos em comprar, do tipo rotweiller pra cima, mas pensamos melhor e vimos que um studio de 38m² não seria o lugar ideal para tal. No entanto, dissemos sim a um reforço de ferro anti-ladrão para nossa porta de entrada que saiu bem carinho. Tudo isso por conta da propaganda que tinham feito pra nòs sobre Saint Denis! Humpf!

O caso é que tomando as devidas precauções, estamos muito bem por aqui, obrigada. E hoje foi um dia desses pra provar que SD é legas mesmo: aconteceu o "Grand Pique-Nique et Concert de la Rentrée"! O evento comemorava a "rentrée", ou seja, a volta às aulas, jà que agora é que as férias de verão dos franceses acabaram. Também comemorava o "Cinquantenaire des indépendances des pays africains". Nossa patotinha composta por mim, Jami e a petite Sofia foi là dar um "conferes" no evento armado em frente à Basilique: um palco, vàrias mesinhas com toalhas coloridas, cadeiras e o povo saintdeniense jà se aprochegando. Primeiro fomos ao Carrefour, e é claro que nossos vizinhos todos (praticamente) também tiveram a mesma idéia. Depois de enfrentar o trânsito de carrinhos de supermercado, de bebê e aqueles de feira, conseguimos sair do super com um singelo saco de batatinhas, e um refri pra cada. Pra Sofia jà tinha um pote de compota de frutas trazido de casa (e eu, é claro, a leiteirinha 24 horas sempre fresquinha, hehe!)

Jà sentadinhos à uma das mesas, esperamos o inìcio das festividades. E o povo foi chegando. E chegando... e chegando. Cada grupo trazia uma cesta farta de pic-nic. Até que um desses grupos sentou-se junto à nòs e foram colocando seus quitutes pra fora: omelete, torta salgada, queijo brie, baguete, vinho, sobremesas, copos e pratos.... olharam pra nòs e disseram: "vcs sò trouxeram batatinhas?" Pois é, o pic nic era coisa profi. Os tontos éramos nòs! Nisso tudo, um dj animava a festa com um som super cool. A atração principal iria começar mais tarde: Manu Dibango, um jazzista jòia que infelizmente atrasou-se para o concerto e nòs, com criança pequena à tiracolo, não pudemos esperar... dommage!!! Mas ficamos felizes mesmo assim e ainda ganhamos um potinho de mel feito sabe aonde???? Ha-ha, em Saint Denis, é claro! Nos telhados das casas dos "dyonisiens" (que é como é chamado o povo saintdeniense), rola uma apicultura de primeira, vê sò! Diz que là em Paris (nossa prima chic) tbém cultiva-se mel nos telhados... agora, potinho de graça no "grand picnic", sò aqui!!!

Bisous e à bientôt!

Fotos do dia:
1) nòs
2) Jami e Soso
3) o palco
4) a basilique



sábado, 3 de abril de 2010

Maternidade

Depois de ter passado por um parto delicado (modo gentil de dizer) aqui na França, cheguei em casa com minha petite nos braços e corpo extremamente dolorido. Ali entendi porque as pessoas usam a expressão "foi um parto", quando querem enfatizar que algo foi muito dificil de acontecer. O meu foi assim.

Como ilustre desconhecida na maternidade publica em que pari, eles seguiram todo o protocolo para poder "ticar" a lista das exigências, sem exceção, talvez assim o hospital preencheria suas estatìsticas adequadamente: parto induzido-tic, contrações agonizantes-tic, tentativa de parto normal-tic, forceps-tic, e por ai foi, até chegar numa cesàrea de urgência. Não pude chamar ninguém que eu conhecesse, nem minha bem-relacionada mãe pode estar presente nessa hora pra dar uma de Dona Bentinha e dizer "chama jà o Dr. Nazareno que esta menina vai fazer uma cesarea agora". Sò meu marido, mais perdido que cego em tiroteio, estava por perto, coitado, e tentava entender (em vão, pq vou dizer, os homens nem imaginam o que é esse evento na vida de uma mulher) um pouco o que acontecia, em meio à muitas pausas para diversos cigarros. Não tive escolha e assim mta gente tbém não tem. Me senti como se fosse mais um dado para essa estatistica.

Mas no meio daquilo tudo, eu tonta, furada, cortada e exausta, ouvi finalmente um chorinho bem fininho, mais parecia um gatinho, era ela, Sofia, estava bem, tinha nascido, que emoção! Depois de um tempinho, vejo um rostinho minusculo com enormes olhinhos negros me olhando, uma touquinha na cabeça, enrolada em cobertas hospitalares, minha princesinha! Ali me apaixonei!
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Pois então, quase 5 meses depois desta experiência tão marcante, consigo postar alguma coisa aqui! O principal motivo é mesmo a falta de tempo, quem tem bebê e cuida da casa sozinha sabe bem disso! E também um certo trauma de voltar à esse assunto... Tenho amigas que me disseram que saìram da maternidade jà com vontade de ter outro, enquanto eu sò pensava "como é que o mundo é tão povoado assim, gente? mistério pra mim... sò o que sei é que nunca mais volto aqui!!!"
Sofia està linda, grande e saudàvel e é incrìvel como a nossa vida muda mesmo (quem tem filho tbém deve saber disso, principalmente as novas-mães). Agora minhas aventuras por Paris e arredores são outras, sempre empurrando um carrinho de bebê, às vezes mega pesado com algumas compras de supermercado junto, outras vezes voando pelas ruas ao som de um choro ansioso por uma boa mamada... aiai, é, a vida muda!!! Horas de caminhada explorando novos lugares são coisas do passado! Quem sabe no futuro, quando ela estiver maiorzinha, vai tomar gosto e me acompanhar?
Bem, de todo modo, espero escrever mais! Não é uma promessa, mas... uma vontade. Se eu conseguir juntà-la com tempo, talvez saia alguma coisa!
Bisous et à bientôt!Essa sou eu, no comeciiiinho das contrações hiper doloridas.
E essa é a Sofia, minutos depois de nascer!

*** Tudo valeu a pena!!!***

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Reveillon na França??? Affff

Queridos amigos, se algum dia vcs tiverem vontade de passar um reveillon diferente, num outro pais e pensarem assim "Ai, como seria chic passar o reveillon em Paris..." por favor, reflitam bem...
A cidade das pessoas mais murrinhas que ja conheci (com exceção de alguns conhecidos e amigos franceses) não faz mto esforço nem tem a menor graça nesta festa. Alias, festa é o que não tem.
A Torre Eiffel me parece que foi iluminada, sem fogos, sem musica. O Le Monde traz hoje a manchete: "Os votos dos politicos na internet" (votos de ano-novo), quer coisa mais sem graça? O Le Figaro, esta: "Uma noite de Saint-Sylvestre bem calma". O resto dos jornais, nem olhei.
O que rola por aqui são festas particulares e um bando de gente na rua pra la e pra ca. Neste contexto, escolhi ir à uma festa na casa da minha amiga Karina, ela e a flatmate Yula bem que capricharam nos quitutes e no decor, reuniram mais outros amigos e estava feita a noite. Paramos em frente a tv e computador 4 vezes: primeiro para celebrar o ano-novo da Australia, havia uma mocinha de la presente na festa, depois foi a virada da Russia, para Yula e seus amigos russos, seguido pela França e às 3 da manha, com todos pra la de Bagdà (inclusive eu, com bolhas de coca-cola e agua com gas "porraqui"), o do Brasil, de longe o mais animado! O pessoal da festa tbém era gente-boa, mas nada se compara a comemorar esta data com as pessoas mais queridas, familia, amigos... mesmo que seja em casa, comemorando com cidra. E não tem jeito, depois de muitos reveillons perto do mar, estar longe dele nesta hora é o "ò"! Eh como a falta que o sol diario me faz, eles são imprecindiveis pra mim!
De todo modo estou feliz por ter saude e minha filhinha na barriga, tadinha, ficou acordada até tarde, mas hoje eu e ela ja descansamos bastante. Ano que vem, Floripa, aì vamos nòssss!!!
Feliz Ano Novo pra todos!!!
Saude, paz, alegrias, amor, realizações!!!
Beijos e até!

PS: a foto acima é da Beira-Mar Norte, em Floripa (foto de Diego Redel, para o DC)