quarta-feira, 24 de junho de 2009

Fete de la Musique!


Desde 1982, todo o dia 21 de junho - dia do solsticio de verao no hemisferio norte - acontece a Fete de la Musique em varios paises da Europa, Franca inclusive.
Nao e um festival, mas um grande evento de musica, free, para toda a populacao.
Os musicos, bandas, djs... se apresentam de graca em locais publicos, esquinas, parques, pracas.... em tudo quanto e canto! A cidade fica alegre, cheia de gente e de musica para todos os gostos. As apresentacoes variam desde musica gospel, classica, chanson francaise, concertos de piano, opera... ate rock, pop, jazz, techno... enfim, todos os estilos musicais!
Eu e o Jami fomos, munidos da enorme programacao (eram shows acontecendo em cerca de 300 lugares diferentes, isso so em Paris e arredores), em direcao ao 3eme arrondissement conferir uma apesentacao de musica brasileira que infelizmente ainda nao tinha comecado (putz!). Seguimos entao para nosso segundo destino, agora no 7eme arrondissement, para ver os djs David Guetta e outros. Este show acontecia no patio do "Secretariat d'etat", mas tinha tanta gente que a rua em frente ao predio ficou lotada. Com tantas outras opcoes, saimos dali para ver alguma coisa mais de perto. Andando pela rua, iamos passando e assistindo varias aprensentacoes legais... ate chegar ao show de outros djs na "Place de la Bourse", o ultimo que vimos, antes de voltar pra casa mortos de cansados!
Como o dia era especial, o sistema de transporte (que eh totalmente integrado: onibus, metro, trem) teve tambem uma tarifa especial para o dia todo: por 2,50 euros, podia-se rodar por toda a cidade, quantas vezes se quisesse!
Enfim, adorei a "Fete", nunca tinha ouvido falar, achei a ideia fantastica! Coisa de primeiro mundo!


Bisous e a bientot!

sábado, 6 de junho de 2009

Café Constant


Em meus passeios por aí, gosto sempre de falar do que eu realmente vi, provei ou testei. Afinal, do que vale comentar sobre algum lugar ou alguma coisa que eu não tenha o mínimo de conhecimento?
Há tempos eu estava afim de comentar sobre o Café Constant, o restaurante do qual o "manezinho" Eduardo Jacinto é sócio, aqui em Paris. Primeiro, porque antes de chegar em Paris eu tinha lido a matéria que saiu sobre ele no Diário Catarinense (em fevereiro ou março de 2009), o que aguçou minha curiosidade. Segundo, porque já tinha ouvido falar muito bem do restaurante - não é à toa que ele figura no guia Michelin como um restaurante de preço acessível, justo e cozinha de bistrô gastronômico. Então surgiu a oportunidade de ir lá conferir! Num passeio pela cidade com a tia Nair Maria - amiga da mãe - sugeri que almoçássemos lá.
O ambiente é bem agradável, pequeno e despretencioso. Na entrada, há um quadro com as famosas formules, que são as combinações de entrada + prato principal, ou entrada + prato principal + sobremesa, etc, com os pratos do dia a preços especiais (estas formules variavam de 18 a 25 euros, se bem me lembro) . Chegamos tarde - por volta das 14 horas - e as formules já tinham acabado devido ao movimento do meio-dia. Assim, pedimos uma das entradas (todas a 11 euros) e um dos pratos principais (todos a 15 euros, com poucas variações). Eu comi fois gras (chique!) com torradas e a tia Nair, uma entrada de siri! Uma delícia!!! Depois, meu prato principal era um filé com pirê de batatas, e a tia Nair um peixe com pirê de abóbora. Simples, bem apresentado, com ingredientes frescos e delicioso!
Fomos servidas pela Juliana, esposa do Eduardo, que é muito simpática e em seguida o Eduardo também veio conversar um pouquinho conosco. Casal simples e gente fina!
Recomendo: quem vier a Paris não pode deixar de saborear uma comida nota 10, feita por gente da nossa terra, com muita competência!
Café Constant: 139, rue Saint Dominique (fica próximo ao Champs de Mars e Torre Eiffel)
www.cafeconstant.com
Bisous e à bientôt!

Entrada do Café / Eduardo Jacinto Avelar e Christian Constant.
Fotos retiradas da internet e do site do restaurante.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Como postar um comentário neste blog?

Geeeentssiii!!!
Sei que alguns de vocês, meus queridos leitores amigos, bem que já tentaram deixar uma mensagem ou um comentário aqui no blog, mas a dificuldade se instalava para quem não tinha uma conta google ou um blog ou qquer coisa parecida...
O caso é que a amiga de vocês aqui configurou esta parte dos "comentários" do blog de forma errada.... peço mil desculpas pelo lapso, mas já está consertado, então vocês podem deixar seus recadinhos sem maiores complicações a partir de agora! É só fazer assim:
Clicar ali onde diz "postar comentário", daí escrever o comentário na janela que aparecer, depois clicar em "nome/URL", aí é só digitar o nominho de vocês e clicar na barra laranja logo abaixo! Ah, em meio a isso tudo será necessário digitar a palavra que vem escrita de forma estranha, mas aí é só digitá-la no lugar apropriado que fica td certo! Coisas de interrrrnéte!!!!!
Saibam que eu a-do-ro receber os comentários de vocês!!!
Então, é isso aí!
Bisous et à bientôt!
PS: Não se preocupem se o comentário não for postado logo em seguida, isso acontece pq o blog me manda um email com o comentário, para que eu aprove-o antes de publicá-lo.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Domingo no Parque!!!


"Le Gèode", eu, Jami e nós num domingo feliz!

Domingão de sol, feriado na segunda-feira (Pentcostes)... fomos pra rua aproveitar o dia! Com tantas coisas para se fazer em Paris, é difícil escolher aonde ir. Recorremos à internet para procurar um programa legal e de preferência, de graça! Em meio à exposições, soirées, shows e etc, encontramos o "Festival Sonique", um festival de música que estava acontecendo no Parc de la Villette com apresentações de grupos de vários países e o melhor: entrada free!
Fizemos uns sanduíches, levamos umas frutas, bolachas e lá fomos nós!
Chegando lá, entramos no parque pela "Cité des Sciences et de l'Industrie", um prédio de 5 andares que abriga exposições, shows, planetário, cinema, biblioteca, café, etc... este lugar vale uma visita - num dia frio, pois dia de sol aqui é pra ser aproveitado "outdoors".
Logo na saída do prédio vê-se a enorme esfera "Le Geóde", que é um cinema 180 graus, em seguida os gramados verdinhos e as árvores do parque. Fomos em direção ao som de um dos shows que já estava começando: um grupo da Síria tocava e cantava em árabe, num estilo que pode-se chamar de "pop-roque das arábias". Diz que este grupo faz o maior sucesso lá pra aquelas bandas! Se quiserem conferir, dêem uma olhada no my space dos rapazes: http://www.myspace.com/omarsouleyman.
Depois de dar uma volta para conhecer o resto do parque e comprar uma cervejinha fora dele - pois lá dentro era um absuuuurrrdo - estendemos nossas cangas e ficamos lá, de bobeira, aproveitando o domingão de sol e ouvindo um som "alternativo"!
Nós e nosso pic-nic
A galera assistindo aos shows
Bisous et à bientôt!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Caminhando por aí

A melhor maneira de conhecer Paris é caminhando. Outro dia, sem perceber, eu tinha caminhado 6 horas... de repente meus pés e minhas pernas começaram a doer, olhei no relógio e já havia se passado muito tempo desde a hora que eu tinha saído de casa.
O mais importante na vida do caminhante é calçar um sapato confortável, uma roupa adequada ao clima do momento (sim, porque aqui tem dias de frio intenso intercalados com dias de verão) e se jogar! O quesito "sapato confotável" é o meu ponto mais problemático. Meus pés são bem magros e reclamam assim que um sapato não-confortabilíssimo encosta neles, na forma de bolhas, calos e machucados que sangram sem parar, me deixando até envergonhada e com medo de deixar rastros pela rua... então, só uso sapato baixo - salto só qdo o transporte é carro. E como eu doei muitas das minhas coisas, trazendo para cá só o estritamente necessário, tive que comprar uns pares aqui pra mim... primeiro obstáculo foi descobrir o meu tamanho em francês... aiai, 35 aí no Braza, 36 ou 37 aqui na França. Tudo bem, mas o primeiro par que comprei foram botas de nro 38 - porque eu estava usando meia grossa no momento da aquisição - que é claro, cederam ou "deram-de-si", como diria minha amiga Nadja, então a tansa aqui só poderá usá-las novamente com todos os seus pares de meias juntos (acho que alguém vai ganhar essas botas...). Depois, inventei de comprar uns sapatos baixos de lona, bem baratinhos, 10 euros cada, na H&M... meideidocééééu, um par deles assassinou meus calcanhares!!! Esse foi exatamente o que fez um estrago sangrento que me deixou usando band-aid por dias e dias...
Depois disso, comprei um par decente e do meu tamanho de modo que agora eu caminho tranquila. Mami também me mandou um par de tênis que parece que tô pisando nas nuvens, uso-o pacas, mas nem sempre ele combina com tudo (não posso parecer desleixada em Paris, né?!)....

Bom, toda essa história para contar do dia em que caminhei 6 horas... com o sapato do bem, é claro! Resolvi visitar o Jardim des Plantes, que fica no 5o. arrondisement. Este jardim teve início quando os médicos de Luís XIII, Jean Hérouard e Guy de la Brosse, receberam autorização para instalar no local um jardim de ervas medicinais e uma escola de botânica. A partir de 1640, o jardim foi aberto ao público, que pode até hoje apreciar o belo lugar, cheio de árvores, flores e verde por todos os lados. A Escola de Botânica ainda funciona, há também estufa, um zoológico e o Museu de História Natural. Caminhar por lá é uma delícia, ainda mais agora na primavera e especialmente no dia que eu fui, que estava lindo e quente!
Abaixo, algumas das inúmeras fotos que eu tirei de flores. Ok, posto só algumas, já sei que me passo com flores...

Escola de Botânica e os jardins.

Ah, antes de visitar o Jardim, visitei ali pertinho as "Arènes de Lutèce", que são ruínas de uma arena romana, de meados do século 2. Lutécia era o nome dado a Paris, pelos romanos. Ao longo do tempo, a arena foi sendo destruída e soterrada. Sua redescoberta deu-se em 1869, qdo estavam construindo a Rue Monge e organizando a região em lotes. Levou bastante tempo até que ela começasse a ser restaurada, só a partir de 1918. Espetáculos teatrais e lutas de gladiadores eram os eventos promovidos na arena nas antigas, mas hoje as pessoas vão lá pra jogar bola, ler, conversar, dar um tempo, descansar, namorar, etc. Em frente à entrada, há uma loja de discos, de estilo bem antigo e no dia da minha visita, tocava uma música do Tom Jobim... Achei legal!

Galera se divertindo na paz... bem diferente da época das matanças que já rolaram por ali.

Saindo do Jardim, segui em direção ao Institut du Monde Arabe, que fica nas imediações. Da perfeição da natureza para a perfeição das invenções do homem. O lado sul do prédio é todo feito em vidro e também composto por 1.600 placas metálicas de alta tecnologia que filtram a entrada de luz no mesmo. O desenho das placas é baseado nas grades de madeira entalhada que ficam do lado de fora das construções do Marrocos, conhecidas como moucharabiyahs (as grades). Seguem as fotos:

Cada placa tem 21 orifícios que são controlados eletronicamente e, conforme a quantidade de luz que recai sobre as telas fotossensíveis, abrem e fecham filtrando a luz.
O instituto foi fundado na décado de 80 para promover os laços culturais entre o mundo islâmico e o ocidente. Há muitas outras coisas dentro e fora do prédio, como uma exposição de obras de arte islâmica, um pátio interno, biblioteca e etc... Infelizmente eu estava bem cansada e já era meio tarde qdo cheguei lá, de modo que só fui na livraria que fica no andar térreo para dar uma bispada nas publicações - interessante e diferente ver os livros que começam do lado "contrário", no que seria a última página de um livro para nós.

Ainda há muita coisa para se ver na região do Jardim des Plantes, com certeza voltarei lá para ver mais um pouco do Institut du Monde Arabe, a Rue Mouffetard - rua do mercado ao ar livre e construções interessantes, a Mosquée de Paris (mesquita) e etc.

Com sapatos confortáveis nos pés, vou caminhando...
Bisous e a bientôt!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Foire de Paris


Jami na entrada da feira e eu lá dentro, na rua principal.

Aqui na cidade está acontecendo a Foire de Paris, uma feira que já está em sua 105a. edição (sim, já são mais de 100 anos!), oferece artigos do mundo todo e apresenta 3 temas: o Universo Casa e Ambiente, o Universo Bem-Estar e Lazer e o Universo das Culturas do Mundo. Ao todo, 7 pavilhões abrigam 2500 expositores de 70 países. No domingão deste feriado, eu e o Jami resolvemos visitá-la. No caminho - longo, do lado oposto de onde moramos - já encontramos um moço tentando vender uns ingressos... hum, será? Não tivemos muito tempo pra pensar pois nosso metrô já estava de saída. Arriscamos e pagamos 10 euros pelos 2 - baita economia comparando ao preço cobrado na bilheteria, de 12 euros cada. Bom, chegando lá, entramos! Hehe, um pouco de sorte faz bem, diz aí! Eram 15:30h e nós, felizes, iniciamos nossa visita. Começamos pelo pavilhão de artesanato da França e da Europa... cada coisa linda! Não pensem, por favor, em cestos de palha e queimadores de incenso de durepox! Haviam coisas lindas e finas, como cristais da Polônia, coloridos e trabalhados; jóias, obras de arte, roupas e objetos de decoração. Um dos stands que mais me chamou a atenção neste pavilhão foi o de duas artistas que criam painéis e decoram objetos com papel de seda e cartolina. Gente, é a coisa mais linda, os painéis parecem de renda, são recortados de maneira a formar um desenho como um tecido rendado mesmo. Não tirei foto, mas peguei algumas da internet para vocês terem uma idéia:

Papel de seda e cartolina-rendada. As artistas são Catherine Derrier e Nathalie Fritsch. Nota 10 pra elas!

Também havia outra coisa muito interessante, que era um sachet feito de lavanda, com flores e sementes da planta, mas ao invés de colocá-las num saquinho de tecido, como é mais comum, é feito um envólucro com o próprio cabinho da planta. Ele fica assim, como na foto abaixo e é decorado com fitas, algumas até de grife, como Dior e Chanel. Chique, não? Nem sabia que existiam aviamentos de grife, mas... vê se de um tudo por aqui!

No site http://www.provencelavandes.com/ tem mais fotos.

Bom, saindo desta parte da feira, entramos no pavilhão gastronômico.... Perdição total! Com a fome que nós estávamos, sem almoçar e o relógio marcando umas quatro horas... nossa vontade era sair devorando tudo: queijos, pães, patês, foie gras, presuntos e salames, sorvetes italianos, doces franceses, macarrons (uma espécie de bolacha típica daqui), azeitonas e antepastos... hummmm tudo era maravilhoso. Ainda tinham os vinhos e claro que tudo era oferecido para se degustar. Óh, senhor! Mas como somos bem educadinhos, fomos devagar, experimentando uma coisinha aqui e ali e depois almoçamos de verdade num dos vários restaurantes desse andar. Mas como tinha coisa boa!!!

Jami, perdido entre as comidas e eu, ao lado das azeitonas gigantes da Itália.

Alimentados, fomos ao pavilhão do "Festival Tropiques en Fête", com stands das colônias francesas: Martinica, Guadalupe, Guiana, Ilhas Reunião e Polinésia (Tahiti). Também tinha um stand de Cuba. Ali, tudo era muito exuberante e exótico. Algumas coisas até bem familiares, como uns cestos de palha, coisas que eu já tinha registrado na memória, que já tinha visto igual ou parecido. Muito rum, muita bebida, vestidos multicoloridos e cheios de babados e até salão de beleza onde a moçada fazia uma chapinha profi nas madeixas.

Depois deste, fomos para o pavilhão "Richesses du Monde", onde vimos objetos de decoração e vestuário de países como Vietnam, Índia, Nigéria, Turquia, Sudão, Síria, etc... muitas peças talhadas em madeira, echarpes de seda, pérolas cultivadas, peças decoradas com lindos azulejos azuis... Os vendedores vestiam-se com as roupas típicas de seus países, como lenços enrolados na cabeça, túnicas ou vestidos africanos coloridos. Muito interessante. Ah, nosso Brasilzão estava lá também, com um stand bar-restaurante vendendo comidas variadas, feijoada, churrasco e é claro, caipirinha. Aí eu penso, com tanta coisa bonita pra mostrar, tanto artesanato legal que temos aí, rendas de bilro, peças de decoração em madeira, jóias com pedras brasileiras, artigos de couro, enfim... caipirinha??? Nada contra, mas numa feira onde passam mais de 600 mil pessoas em seus 10 dias, poderíamos ter caprichado mais, né não? Para completar o quadro com crasse, rolava um axé no úúúrtimo!!! Temos ou não temos catiguria, minha gente???

A estas alturas já eram umas 18:30h, então apressamos o passo pois ainda faltavam 4 pavilhoões para visitar. Fomos até o de nro 7, sendo que este tinha 2 andares, de artigos de decoração, imagem e som. Infelizmente a feira fechava às 19 horas, achamos que iria até às 21h, mas não pudemos ver mais nada, faltou ver alguns pavilhões... Óóóhhhh!!! Combinamos de voltar lá, porque vale a pena! Minha querida tia Anita iria pirar, se visse! E qualquer um também, tinha muita coisa legal!

Um feriadão nota 10!
Bisous e a bientôt!

sábado, 2 de maio de 2009

Programão!


E aí, como foi o feriado de 1o. de maio? Por aqui, tudo bem... enquanto os sindicatos promoviam as manifestações da data em alguns pontos da cidade, nós decidimos por um passeio mais turístico: fomos a Montmartre, visitar a Sacre-Coeur! Tsc, tsc, tsc.... antes tivéssemos ido às passeatas! Não que a visita à igreja seja um programa ruim, nada disso... ela é linda e a vista da cidade lá do alto também. Mas achamos que a metade dos turistas da cidade teve a mesma idéia, dêem só uma olhada na "crowd":
Uma verdadeira multidão se aglomerava nas escadarias, nos gramados, dentro da igreja, enfim, era gente "a dar com o pau", como se diria aí em Floripa. Eu até entrei na igreja, mas minha gente, o povo era tanto que saí rapidinho, com medo da gripe suína. Bom, a foto mostra a vista da cidade, da entrada da igreja. É um mar de concreto... né, não??? Pra falar a verdade, sou mais a vista do morro da Lagoa!
Depois da pequena visita, eu e Jami tomamos uma água, uma vez que chegamos esbaforidos lá em cima e descemos pela lateral do morro, decididos que iríamos procurar por uma academia perto de casa na semana que vem.
Também não me contive e tirei mais uma foto de flores e canteiros, mas desta vez, por uma boa razão... há algum tempo atrás, uma chefe minha de Londres me disse que por aqui se via arbustos de lavanda por todos os cantos... eu, acreditei né, e feliz, saí achando que iria ver minha plantinha predileta por toda a parte. Mas as pessoas te enganam nessa vida, né????? Vi nada, vi flores e mais flores, lindas, mas nada das lavandinhas... Então, para minha alegria, meu passeio pela Sacre valeu a pena pois finalmente vi uns arbustos de lavanda, assim, na rua! Elas estão ali no meio da foto:

Pois então, primeirão de maio foi isso aí, passeio pela cidade, cervejinha no final da tarde e depois, cansados, pra casinha!!! Ô vidinha boa!
Bisous e a bientôt!
PS: ainda volto lá na Sacre para uma visita decente dia desses...